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Letras Aventureiras | Por João e Luís Jesus

De João Jesus e Luís Jesus, nomeados os mais jovens escritores portugueses em 2016.

15
Fev18

Resenha da 1ª Temporada da Série "Riverdale"

João Jesus e Luís Jesus

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Eu estava muito curioso em relação a uma série que está a ganhar popularidade este ano. 

Essa série é uma adaptação, porém muito diferente, das bandas desenhadas e desenhos animados de "Archie Comics", que falam sobre um menino ruivo, Archie,  e as suas aventuras com os seus amigos.

A série chama-se "Riverdale" e certamente, já devem ter ouvido falar. Esta série este a tornar-se muito popular este ano, com a sua segunda temporada.

Eu adorei a série! Comecei a assistir pois uma prima minha adora e pediu-me muito para ver pelo menos o piloto. Eu assisti e viciei completamente.

Gostei muito da 1ª temporada e a segunda também não está nada má. "Riverdale" é muito diferente das bandas desenhadas, pois a série adquiriu um tom mais sombrio, com temas realistas sobre a vida adolescente.

Gostei e sugiro que assistam a série, pois é muito interessante e divertida. Tem momentos para tudo e faz-nos pensar em várias coisas e suspeitar de todas as pessoas.

A história da 1ª Temporada de "Riverdale" é sobre uma morte misterioso na pequena cidade de Riverdale. Supostamente, Riverdale é uma daquelas cidades onde tudo parece maravilhoso, mas por debaixo da capa esconde muitas mentiras e guerras.

Riverdale é assombrada pela misteriosa morte de Jason Blossom no dia 4 de maio. Jason é o filho da família mais poderosa da cidade, os Blossom que são conhecidos pelo seu xarope de ácer. 

Cheryl Blossom, irmã gémea de Jason, conta que eles foram passear nesse dia pelo Sweetwater River num barco e que de repente, este virou e os dois irmãos perderam-se nas águas.

A polícia varre o rio inteiro e não encontra absolutamente nada e dão-o como morto.

Toda a Riverdale é marcada por esta morte e no primeiro dia de escola. Archie Andrews, um rapaz de cabelos ruivos, prepara-se para entrar no curso de música, uma paixão que adquiriu no verão. 

A sua melhor amiga, Betty Cooper, tem como objetivo conquistar Archie com a ajuda do seu melhor amigo gay, Kevin. 

Mas, uma nova rapariga chega à cidade, Veronica Lodge, filha de um empresário rico, Hiram Lodge, que foi preso. Veronica muda-se para um hotel em Riverdale, com a sua mãe, Hermione. 

Veronica fica encarregue de buscar o jantar no "Pop's", um famoso restaurante em Riverdale conhecido pelos seus batidos deliciosos e hambúrgueres. Nesse momento, Veronica conhece Archie e Betty, que jantam no restaurante. Betty preparava-se para se declarar a Archie, mas este fica hipnotizado por Veronica e ela desiste dessa ideia.

No dia seguinte, Betty e Veronica inscrevem-se para a claque da escola e preparam-se para fazer uma demonstração das suas habilidades a Cheryl, a líder da claque. Mas Cheryl é conhecida na escola por ser uma cobra e rejeita Betty para a claque e aceita Veronica.

Mas Veronica fica indignada e começa uma luta com Cheryl e obriga-a a aceitar Betty na claque, pois Betty já tinha concorrido imensas vezes mas Cheryl recusava-a sempre.

Cheryl é obrigada a aceitar e Betty e Veronica tornam-se melhores amigas.

Archie tenta entrar no curso de música, mas é recusado, pois a sua professora teve um caso com ele no Verão e recusa começar um de novo. 

Porém, a escola recebe a notícia que o Baile de Boas-Vindas foi cancelado devido à morte de Jason, mas Cheryl convence o diretor a não cancelar a festa e transformá-la numa festa em honra de Jason. O diretor aceita o pedido. 

A festa começa e é aqui que conhecemos Jughead Jones, o narrador da série. Ele era o melhor amigo de Archie mas estes tiveram uma zanga no Verão. Archie quer voltar a ser amigo de Jughead e os dois tentam começar de novo.

Depois da festa, Cheryl convida todos da escola para casa dela para um jogo, onde ela deseja formar confusão entre Betty e Archie. Cheryl desafia Archie e Veronica a ficarem num armário, trancados por alguns minutos para supostamente, eles traírem Betty.

No final dos minutos, Veronica beija Archie e Betty descobre, fugindo para casa. 

Ao final da noite, Kevin e Moose, um rapaz do futebol, vão para o Sweetwater River supostamente para ter diversão no rio, mas descobrem o corpo de Jason a flutuar na água com uma marca de bala na cabeça.

E é aí que começa todo o enredo da série, que gira em volta deste crime e todos são suspeitos. Recomendo imenso!

 

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14
Fev18

"Laços De Sangue" - Ana Ribeiro

João Jesus e Luís Jesus

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Eu sabia que existias…

Tinham-me me dito que sim, ouvia falar de ti, tinham-me contado muitas histórias sobre ti quando era pequena, de como éramos cúmplices e inseparáveis, das brincadeiras que fazíamos, a ligação forte e especial que tínhamos, tenho pena de não me recordar de ti e desses tempos felizes contigo. Mas á parte disso sentia-o e pressinta-o e tinha que te procurar, que te encontrar, que te ver, que te tocar, que te sentir, foi com essa premissa que cresci e amadureci. Contra a vontade de meio mundo que insistia que eu esquecesse esse assunto e me diziam que tu tinhas ido para muito longe e que não querias saber de mim.

Acabei de me sentar na sala, com um álbum de fotografias no colo, como éramos felizes… Cada vez que me recordo daquele fatídico dia apetece-me fugir daqui para onde tu estás e nunca mais voltar. O nosso pai, a sair do quarto de malas prontas, pegar em ti ao colo e sair porta fora para nunca mais voltar, não disse nada, não se despediu, nada. Nem um simples adeus, um abraço, um beijo. Naquela altura, olha vai fazer amanhã precisamente quinze anos que te vi pela última vez, deves estar um homem feito. Naquela altura, não percebia porque é que o pai tinha que ir embora sem se quer se despedir de mim ou da mãe e levar-te com ele, porque é que não podias ficar comigo e com a mãe, foram dias e dias de tristeza, dor, sofrimento e angústia. A mãe, não parava de chorar, deixou de comer e entrou em depressão, morria de saudades tuas e dizia que tinha o coração desfeito. E eu passei dias e dias a fio a chamar por ti, a perguntar por ti e porque é que te tinhas ido embora, fazias-me falta, gostava de brincar contigo, as brincadeiras sem ti já não eram as mesmas nem tinham a mesma graça, com o tempo aprendi a brincar sozinha, a ser sozinha, fui-te quase esquecendo até me habituar a não estares presente.

Numas férias de Verão, assim sem mais nem menos lembrei-me de ti, e algo mudou, pensei muito e estava determinada a saber de ti e a ir atrás de ti. Abdiquei de ir para a praia com os meus amigos, para te tentar encontrar, não me interessava se vivias longe ou perto de nós, eu tinha que te procurar e dava a volta ao mundo se fosse preciso. E num final de tarde conversei com a mãe, perguntei-lhe tudo o que há anos queria perguntar e saber, disse-me que o pai tinha emigrado e que provavelmente tu terias ido com ele. Não foi por isso que desisti, havia de chegar a ti. Falei com a avó São, sempre tive uma relação especial com ela apesar de já não nos vermos há anos, no início mostrou-se muito renitente em falar de ti e em dizer-me onde estavas, mas depois lá cedeu. Deu-me o teu número de telemóvel.

Que nervos e que ansiedade, andei 3 dias sem saber o que fazer, mal dormia, não conseguia sossegar, numa manhã de Domingo, ganhei coragem, peguei no pedaço de papel com o teu número e liguei, do outro lado uma voz doce, suave e meiga. Ao princípio mantive-me em silêncio, emocionada, não sabia o que dizer, como reagir, mas depois a emoção falou por si e estivemos quase duas horas ao telefone. Foi tão bom.

Uma semana depois, estava a embarcar no avião para ir ter contigo à Alemanha, não continha os nervos, passadas as duas horas de voo, entrei no aeroporto e mal te vi corri logo desenfreadamente para ti como uma criança a quem acabam de oferecer o brinquedo preferido. Abraçamos-nos e choramos durante longos minutos, tínhamos a palavra saudade escrita no olhar, a ausência desenhada na pele.

– A partir de hoje nunca mais nos vamos largar. – Disseste-me.

– Nem duvides!

Foram os três dias mais inesquecíveis da minha vida, andamos sempre juntos. Mostraste-me como era a tua vida, o que fazias, onde estudavas, conheci os teus amigos e toda a cidade. Revi o pai, a quem desculpei de certa forma o facto de nos ter separado, mas a quem nunca irei perdoar o que fez, os avós e todos os outros, mas eras tu a peça mais importante. E foram nestes anos todos os dias mais felizes.

Falaste com a mãe, que não conteve a emoção, arrepiava-me só de ouvir a sua voz trémula e o choro quase compulsivo de quem viveu todo este tempo sem um filho.

E agora acabo de receber notícias tuas:

Vou voltar.
As malas estão feitas.
Apanho amanhã o primeiro voo da manhã.
E desta vez é para sempre.

Há encontros e desencontros que jamais se esquecem.

E foi…

 

Texto de Ana Ribeiro, escritora e blogger do blog "Escreviver"

12
Fev18

"Fama" - Capítulo XVI

João Jesus e Luís Jesus

Levanto-me bem cedo, pois quero sair à rua para apanhar um pouco de ar fresco sem que os papparazis me vejam. A Dianne não quer ir e pede-me por tudo, para que eu não me ponha em confusões.

Pff! Alguma vez me meti em confusões?! 

Saio de casa, acho que vou correr um pouco, pois antes gostava de correr bem cedo. Coloco o meu telemóvel e a carteira no bolso. 

Corro pelas ruas vazias, sem nenhum barulho da cidade. É de admirar ainda não estarem por aí os fotógrafos e etc...

Após quase uma meia hora de corrida, reparo que as ruas começam a encher como o habitual. Estou faminta, então procuro um café com poucas pessoas, para comer algo rápido, pois tenho de voltar para casa e ir para os estúdios.

- Um cappucino e um croissant simples, por favor. - Peço no balcão

A senhora fica paralisada a olhar para mim e eu sorrio-lhe amigavelmente.

Sento-me numa mesa longe das janelas e vejo que a senhora está a preparar o meu café. Oiço alguém a entrar no café.

- Um latte e uma tosta mista, estou faminto. - Diz um homem

Olho e algo explode dentro do meu coração. É o Jordan! Tinha de vir logo a este café.

- Oh! Olha quem está aqui. - Suspira ele, quando me vê

- Olá Jordan. O que fazes aqui? 

Reparo que ele tem uma t-shirt e uns calções de corrida e a t-shirt está quase totalmente suada. Foi correr, como eu.

- Corrida matinal. Fico em forma e eu gosto. - Diz ele, puxando uma cadeira e sentando-se perto de mim - Agora é só coincidências, hum Chelsea? Batemos um contra o outro, corremos os dois de manhã e lanchamos no mesmo café? Será o destino?

Reviro os olhos.

- Cala-te!

A senhora chega perto de nós, a tremelicar com os nossos pedidos nas mãos.

- Aqui está, minha senhora. - Diz ela, eufórica - E aqui está, Jordan.

Olho para o Jordan! Ele deve vir cá lanchar muitas vezes.

- Obrigado Freda! Eu pago também o pedido da menina. - Diz ele com um sorriso

- Nem pensar!

Ele coloca-lhe o dinheiro na mão e eu desisto. Mas a Freda aproxima-se de mim com um sorriso.

- Gosto muito do seu trabalho, senhora. - Revela ela, muito envergonhada

Sorrio-lhe.

- Chame-me Chelsea. E obrigada pela simpatia.

Ela estende-me um papelzinho com perfume, com um sorriso e com a mão a tremer imenso.

- Por favor.

Pisco-lhe o olho. Não sou tão famosa assim, para me pedirem um autógrafo, mas ok!

- Aqui está! Mais alguma coisa? - Digo amigavelmente

Tiro uma foto com ela e ela despede-se de nós, quase tropeçando nas cadeiras das outras mesas.

- Ai que boa samaritana, Chelsea! - Goza o Jordan

Olho para ele e ele beberica o seu café com um ar de riso na cara.

- Engasga-te. - Brinco

Bebo o meu café e como o meu croissant rapidamente.

- Bem, até logo. - Digo, levantando-me

- Espera! Ao menos, levo-te a casa! Uma estrela como tu não pode andar assim na rua. - Diz ele, levantando-se imediatamente

- Ai, ai! Está bem!

Saímos do café e eu aceno a Freda, que fica corada e corre para o telemóvel, para provavelmente ligar a algumas amigas.

Andamos até ao meu prédio, calmamente.

- Então, estás a gostar desta nova vida?

- Estou a habituar-me, mas não é fácil. - Revelo

- É verdade.

Continuamos a andar calados. Os carros já começam a andar pelas ruas. 

Chegamos a minha casa um pouco depois e paro na entrada.

- Obrigada por me acompanhares! Não era preciso, mas ok! - Digo-lhe

Ele sorri.

- Estou a tentar desculpar-me por algumas maldades que fiz antes. Agora mudei, juro! - Diz ele

Aproximo-me um pouco e olho-o nos olhos.

- Eu acredito em ti e desculpo-te. Mas ouve o que eu te digo! - Digo agarrando-lhe no braço - Se tentares mais alguma vez...

De repente, ele beija-me e eu calo-me. Fico apenas quieta, mas de súbito, empurro-o para trás. 

Ele olha para mim com um ar sério.

- Eu tenho namorado, o Liam. - Digo, envergonhada

Ele fica também envergonhado.

- Desculpa. Aconteceu. Prometo que nunca mais volta a acontecer.  - Diz ele - Vemo-nos nos estúdios.

Aceno-lhe e ele começa a correr, para longe.

De repente, olho para todos os lados. Não sei porquê, mas parece que tinha visto flashes. Mas não está ninguém por perto.

Ignoro e subo para o meu apartamento.

 

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10
Fev18

"Máscara"

João Jesus e Luís Jesus

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Tinha chegado a sua época preferida do ano. O Carnaval.

Contava os dias até à sua chegada. Chorava dias a fio quando este já tinha passado. 

No Carnaval, abria a sua pequena mala e retirava o seu bem mais precioso de todos. Uma máscara e um fato. 

No Carnaval, ele era o rei. Todos o conheciam, mas desconheciam a sua verdadeira identidade. As crianças adoravam-no e todos gostavam dele, mas nos outros dias do ano, as pessoas não o reconheciam e tratavam-no com repugnância, escondiam as crianças de si e estas tinham-lhe medo devido às histórias que lhe contavam.

E tratavam-no assim devido à sua raça. Era cigano. Vendia as coisas na feira e todos desconfiavam de si, por isso chegava ao fim do mês sem um único tostão. 

Não percebia o ódio das pessoas por si e pela sua raça. Por isso, adorava o Carnaval, pois podia esconder-se atrás de uma máscara e ninguém o reconhecia.

Então, nesse dia abriu a mala. Tirou a máscara e o fato. Vestiu-os e saiu para a rua com um sorriso nos lábios. 

Mal saiu para a rua, um enorme grupo de crianças rodeou-o a pedirem abraços e companhia. Adorava o Carnaval.

Durante a tarde inteira, percorreu as ruas no desfile com as crianças e até adultos, que gostavam das suas brincadeiras. 

Chegou ao fim do dia exausto, mas contente. Os carros alegóricos passavam uma última vez pelas ruas, então subiu no maior que viu.

As pessoas viram-no e aproximaram-se aos gritos de felicidade e tiravam fotos. 

Sorriu e muito devagar retirou uma máscara e saudou todo o público.

Ficaram todos calados, olhando para ele muito sérios. 

Mas como por magia, desataram aos gritos e a sorrirem, felizes por saber a identidade do seu ídolo. 

Então, muito feliz, atirou-se para a multidão, que o apanhou imediatamente.

 

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09
Fev18

Resenha do filme "Star Wars - Os Últimos Jedi"

João Jesus e Luís Jesus

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Para quem não sabe, eu sou um enorme fã de "Star Wars" e estava há muito tempo à espera de ver o novo filme que saiu em dezembro nos cinemas portugueses.

Queria muito ver aquele filme, detestado por imensos fãs de uma das sagas mais famosas de sempre. Eu pelo menos, adorei o filme e fiquei muito indignado ao saber que existe gente tão estúpida ao ponto de fazer uma petição para retirar este maravilhoso filme da saga "Star Wars". Sinceramente...

"Star Wars - Os Últimos Jedi" é o penúltimo filme da nova trilogia de filmes desta famosa saga, um dos filmes mais esperados este ano. 

Eu estava em pulgas para ver o filme, queria imenso saber o que iria acontecer, devido ao final fantásticamente maravilhoso do filme anterior.

Adorei o filme. Este focou-se mais na Resistência e em Leia Organa, também derivado à morte da atriz Carrie Fisher que a representava. A personagem principal, Rey, foi menos destacada neste filme, pois queriam mostrar mais a luta da Resistência contra a Primeira Ordem. Mesmo assim, adorei o resultado final.

Quero ver outra vez o filme, porque está mesmo incrível, apenas com algumas falhas, mas está muito bom. 

Recomendo mais uma vez a assistirem a esta famosa saga, pois transmite uma mensagem muito inspiradora.

Este filme começa exatamente onde o outro terminou. 

Finn ainda está em coma e Leia e os Rebeldes estão a ser perseguidos pela Primeira Ordem que está prestes a apanhá-los. Leia manda Poe, o seu melhor Rebelde, destruir os canhões da nave da Primeira Ordem, mas este vê uma oportunidade de destruir a nave inteira e contra as ordens de Leia, ele e mais alguns Rebeldes destroem a nave. 

Rey está em Ahch-To, a ilha onde Luke, o último Jedi está escondido há muito tempo. Rey oferece-lhe o seu sabre antigo, mas Luke recusa e afasta-se de Rey.

Esta não desiste dele e tenta convencê-lo a ir ajudar a Resistência e a treiná-la para ser uma Jedi. Mas Luke não quer devido a erros no passado, com Kylo Ren, seu antigo aprendiz que sucumbiu ao Lado Negro.

Kylo Ren quer destruir a Resistência, Rey e Luke, mas Snoke, o seu mestre acha que este está a voltar para a Luz. 

A Resistência começa a ser perseguida incansávelmente por Kylo Ren e este descobre que ele e Rey têm uma ligação e conseguem falar à distância.

Recomendo muito este filme.

 

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João Jesus

Chamo-me João Jesus. Sou escritor e blogger! Sou português e habito num concelho do distrito de Vila Real! A leitura, a escrita e o filme são as minhas grandes paixões.

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Chamo-me Luís Jesus. Sou ilustrador e blogger. Adoro ilustração e tecnologia. Apesar de ser ainda novo, o meu sonho é licenciar-me em engenharia informática e visitar países como a Austrália, Singapura, China e EUA.

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